M- mulher
Olhar atendo, que usufrui de tudo ao seu redor com esperteza,
Olhar inquieto, que tudo manda e desmanda.
Mãos!
Mãos que fazem o que nunca se desfaz nas memória,
Mãos que ninam, que corrigem, que alimentam, que carregam...o peso, não mais pesado do que o dos próprios ombros sentem ao instalar o balde sob a cabeça.
Voz...
Que se expressa e jamais se cala!
Voz que fala o que pensa, e pensa sobre tudo.
Voz que clama por piedade. Reza...
Expressa dor...
Dor que dói baixinho, por não querer incomodar ninguém.
Quem diria que a mesma voz que agora sussurra à Mãe - a qual muitas flores já foram oferecidas - por clemência, fostes a mesma voz que implorava atenção de seus Netos, filhos de não filhos teus.
Olhar inquieto, que tudo manda e desmanda.
Mãos!
Mãos que fazem o que nunca se desfaz nas memória,
Mãos que ninam, que corrigem, que alimentam, que carregam...o peso, não mais pesado do que o dos próprios ombros sentem ao instalar o balde sob a cabeça.
Mãos marcadas pela dificuldade de uma vida árdua e sofrida.
Mãos de gestos rígidos, os mais amorosos suaves ciumentos.
Mãos de gestos rígidos, os mais amorosos suaves ciumentos.
Voz...
Que se expressa e jamais se cala!
Voz que fala o que pensa, e pensa sobre tudo.
Voz que clama por piedade. Reza...
Expressa dor...
Dor que dói baixinho, por não querer incomodar ninguém.
Quem diria que a mesma voz que agora sussurra à Mãe - a qual muitas flores já foram oferecidas - por clemência, fostes a mesma voz que implorava atenção de seus Netos, filhos de não filhos teus.
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